Insatisfeitos com o aumento de 5% anunciado pelo governador, representantes do Fórum das Entidades das Policias Civil e Militar da Paraíba podem deflagrar greve para o inicio de fevereiro

Insatisfeitos com o aumento de 5% anunciado pelo governador, representantes do Fórum das Entidades das Policias Civil e Militar da Paraíba podem deflagrar greve para o  inicio de fevereiro

O Fórum das Entidades das Policias Civil e Militar da Paraíba, composta por 14 associações podem estar às portas da primeira greve unificada dos servidores da segurança pública do governo de João Azevêdo prevista para o dia 05 de fevereiro. Para a categoria o aumento anunciado pelo governador de 5% e que sofrerá um desconto de 3% para PBprev é inaceitável.

Em entrevista na tarde desta quarta-feira (22), no Programa Debate Sem Censura, na Rádio Sanhauá, o vice-presidente da Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados (Adepdel), Claudio Lameirão, o presidente do Clube dos Oficiais da Policia e Bombeiro Militar da Paraíba, Cel. Francisco de Assis, e o presidente da Associação dos Policiais Inativos, Cel. Maquir Cordeiro manifestaram a insatisfação dos profissionais e fizeram um comparativo com outros estados em que os Governos têm investido em melhores salários e melhorias nas condições dos servidores.

Para Lameirão, a Paraíba tem sido destaque na redução dos índices de violência, mas em contrapartida, os profissionais sofrem com a defasagem salarial e apesar da abertura para o dialogo com o Governo, muito pouco tem se conseguido e este é um ponto a ser massificado na greve prevista para o inicio de fevereiro.

Já o Coronel Francisco, disse que praticamente há um ano que busca o diálogo com o governo e criticou a ‘falsa ilusão’ do governador em conceder penduricalhos a alguns membros da segurança sem com tudo buscar a solução definitiva que contemple toda a categoria nas mais variadas funções.

Representando os inativos, o Coronel Maquir fez um balanço de outros gestores e disse que não é intenção da categoria torcer para que o atual governo não acerte, e sim, que consiga dar uma resposta positiva a saciedade, já que a segurança publica anda de mãos dadas com a população.

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