Governador endossa palavras de Damião e dispara: "Prosseguir com impeachment seria golpe"

Governador endossa palavras de Damião e dispara: "Prosseguir com impeachment seria golpe"

O governador João Azevêdo (Cidadania) endossou, na manhã desta segunda-feira (10), a fala do deputado federal Damião Feliciano (PDT),  e tratou como “golpe”  o pedido de impeachment contra o gestor e a vice-governadora Lígia Feliciano.

João disse: “Ele [Damião] fez uma leitura correta do processo. O processo é desprovido de qualquer substância. Primeiro que não se faz impeachment de duas pessoas ao mesmo tempo, seria algo inusitado. Segundo, para que haja um processo de impeachment é preciso ter crime de responsabilidade, e isso não existe. É desprovido de qualquer condição jurídica, aquilo é uma excrescência”, disse.

E prosseguiu: “Cabe e depende das atitudes do prosseguimento que serão dados, para saber se será algo pontual ou se realmente existe um grupo ou alguém interessado naquilo. A leitura em relação a peça está correta, nós vamos avançar na certeza que aquilo [processo] será arquivado. Adriano Galdino [presidente da ALPB] tem a verdadeira noção do que é aquilo e o que representa para democracia. Caso houvesse prosseguimento, haveria um golpe”, pontuou.

Azevêdo garantiu, ainda, que está em “sintonia” com o presidente Adriano Galdino e com os demais parlamentares da base governista. “Não tenho dúvida que isso será resolvido. Eu tenho uma relação tranquila [com Adriano Galdino] sem problema nenhum”, finalizou.

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